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Índices de confiança do Comércio e de Serviços registram queda
31 de dezembro de 2014
Divulgado nesta sexta-feira (30/01) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança de Serviços (ICS), com ajuste sazonal, recuou 2% entre dezembro e janeiro, atingindo 99,1 pontos, na série com ajuste sazonal. Com esse resultado, o índice atinge o menor patamar da série histórica, iniciada em junho de 2008.
O indicador é composto por dois índices: (i) Índice de Expectativas (IE-S), que após ter avançado 0,6% em dezembro, recuou 6,6%, em janeiro; e (ii) Índice da Situação Atual (ISA-S), que teve aumento de 5,5%, segundo crescimento consecutivo. No mês, o resultado negativo do ICS foi determinado pelas expectativas dos empresários, reforçando a tendência de queda.
Segundo Silvio Sales, consultor da FGV/IBRE, “a persistência dos sinais de que a economia mantém ritmo de atividade muito lento, aliada ao contexto de inflação elevada e política monetária mais restritiva, vêm se refletindo negativamente na percepção das empresas, afetando sobretudo sua avaliação sobre o futuro próximo. Em consequência de expectativas menos favoráveis, em janeiro de 2015, o índice de confiança dos Serviços atinge o nível mais baixo da série histórica da pesquisa”.
Também divulgado pela FGV, Índice de Confiança do Comércio (ICOM), recuou 1,5% em janeiro, passando de 108,9 para 107,3 pontos, o menor nível da série iniciada em março de 2010.
O resultado de janeiro mostra melhora na percepção da situação atual, medida pelo Índice da Situação Atual (ISA-COM) que registrou variação positiva de 11,2% frente a dezembro. Contudo ocorreu uma diminuição de 8,9% no Índice de Expectativas (IE-COM), chegando ao mínimo histórico de 125,2 pontos mostrando uma piora nas expectativas dos empresários em relação aos próximos meses.
Segundo a Aloisio Campelo Jr., Superintendente Adjunto de Ciclos Econômicos da FGV/IBR, “após um final de ano muito fraco, o Comércio avalia o nível de demanda de forma um pouco mais favorável em janeiro, na série livre de influências sazonais. Este movimento foi, no entanto, mais que compensado pela piora das expectativas do setor em relação aos meses seguintes, levando a confiança do Comércio ao nível mais baixo da série iniciada em março de 2010”.
Fonte: FGV/IBRE – Instituto Brasileiro de Economia
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