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BNDES, ABDE e Febraban firmam parceria
31 de março de 2013
A parceria
entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a
Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE) e a
Federação Brasileira de Bancos (Febraban) pôs fim ao imbróglio envolvendo as
renegociações de crédito rural, que acumularam, ao longo dos anos, um passivo
significativo para o BNDES e os agentes financeiros.
O entrave
operacional às operações de crédito rural foi causado pelas diversas alterações
nas regras do produto por parte do Governo Federal, as interpretações
conflituosas dos normativos e a falta de controle adequado por parte das
instituições, gerando total incompatibilidade dos números das operações
renegociadas apresentados pelo BNDES e pelos repassadores de recursos.
“A bem-sucedida
parceria com a ABDE e a Febraban nos permitiu estabelecer uma nova modelagem
para as operações de crédito rural, com rotinas, processos, controles e
sistemas, além de gerar o encontro de contas entre as instituições”, salientou
o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, durante evento na última quarta-feira
(03/04), na sede do Banco. A cerimônia reuniu todos os diretores do BNDES, além
dos funcionários da Área de Agropecuária e Inclusão Social (Agris) e
representantes da ABDE e da Febraban.
Coutinho fez
um agradecimento especial à ABDE pela articulação e condução do processo de
formulação das propostas. Destacou, ainda, a importância da atuação do BNDES e
dos associados da ABDE e da Febraban para o desenvolvimento da agropecuária
brasileira, que obteve ganho de produtividade em torno de 4% ao longo dos
últimos anos. “Os recursos do BNDES são direcionados para o financiamento do
ativo fixo do setor de agronegócios, enquanto 34% dos depósitos à vista são
disponibilizados pelos bancos privados para financiar o custeio”, informa o
presidente.
Para enfrentar
a problemática das operações renegociadas, o BNDES criou, em 2009, uma área
específica para tratar do assunto e, em 2011, iniciou o encontro de contas junto
aos agentes financeiros, o que gerou debates sobre o assunto e permitiu a definição
um novo modelo de renegociação no final do ano passado.
“A agricultura
é um setor importante para os nossos associados. Considerando a complexidade de
suas operações e os fatores envolvidos na concessão desse tipo de financiamento,
o setor tem que ser olhado de forma diferente dos tradicionais. Com esta
determinação, chegamos a uma solução”, comemora o superintendente executivo da
ABDE, Marco Antônio de Araújo Lima, que representou, na ocasião, o presidente
da Associação, Carlos Horn.
Foto: BNDES/ Divulgação
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